Fim dos tempos. Sou fã declarado e absoluto do Shyamalan. Tenho todos os filmes dele em casa, e os assisto com uma certa regularidade. Mas acho que nesse "Fim dos tempos" ele escorregou. O filme tem uma premissa fantástica, e parecia aterrorizante no trailer. Só que não me pegou. Faltou alguma coisa. Concordo de certa forma com o que o Harry Knowles do AICN escreveu , Shyamalan precisa estudar melhor as regras de suspense do Hitchcok.
quinta-feira, julho 03, 2008
O Rabugento
Vi o Hulk, e não sei se gostei. Muito calcado no seriado, que até gostei na época, mas depois decidi que era uma repetição de "Os Invasores" e "O fugitivo". Mesmo assim, gostei muito do Norton como Banner. Acho mesmo é que queria ele no primeiro filme. Achei os efeitos especiais meio capengas: em muitas cenas o Hulk parece estar fora do cenário...
quinta-feira, junho 12, 2008
Congressos
Participar de congressos é uma parada torta. No primeiro dia vejo tudo que há para ver. Depois ainda faltam dois dias de castigo. Come-se muito, bebe-se muito, anda-se muito, mas, na maior parte das vezes, o resultado é pequeno.
Muita gente querendo te vender o que você e sua empresa nunca vão usar. O que mais ouvi aqui foi falatório sobre inovação. Inovar é a ordem. Porém, muitos se esquecem de vincular a inovação a alguma vantagem para o cliente final. Muito se inova pela inovação pura e simplesmente.
Gostei muito de ouvir a Presidenta da empresa em que trabalho apontar o foco das ações da empresa para o cliente final, para o público. Gostei muito de ver a nossa VP de tecnologia tomar a linha de frente de um debate entre CIOs de vários bancos, e colocar nosso trabalho entre os melhores realizados no mercado atual. Temos muitas falhas e problemas, é verdade, mas estamos alcançando resultados bacanas em diversas áreas.
Vou aqui, também olhando para o meu pedaço, articulando umas mudanças que poderão aparecer para todo mundo em breve.
O trabalho não pára!
quarta-feira, maio 21, 2008
Indyyyyyyyyyy...
No lobby do cinema pra ver o Indy 4 em pré estréia.... Preciso achar um tempinho pra comentar os filmes que tenho assistido.
Continuo sobre o Indy depois do filme!
quinta-feira, março 20, 2008
Na natureza selvagem
Esse filme me deixou com a singela sensação de que me puxaram as tripas goela acima e me viraram do avesso.
A estória do cara que deixa tudo de lado e parte numa viagem Thoreauviana me deixou pensando nos objetivos que a gente coloca na vida (efeito semelhante ao que a música Junk do Paul McCartney me causa, só que muito mais intenso). Sem exagero, me tirou o sono.
O cenário mostra vários pontos do restinho de natureza que os norte-americanos não destruíram. Filme pra ver na tela grande.
A Trilha sonora do Eddie Veder encaixa perfeitamente no filme. Músicas simples e curtinhas.
Com ele, me dei conta também do quanto gosto dos filmes dirigidos pelo Sean Penn. Esse cara vai longe. Se bem que já foi longe.
É o tipo de filme que reforça minha descrença no Oscar e prêmios afins.
quinta-feira, março 13, 2008
Dave Stevens

Entrei no mundo dos quadrinhos pelos "GIBI" do meu pai, lendo Spirit e Agente X9. Rocketeer me trouxe de volta esse mundo.
Desenhista de mão cheia, argumentista de primeira, Dave Stevens foi um artista desses completos, como Will Eisner, ainda que não tenha atingido o mesmo sucesso.
Aos 52 anos foi vencido pelo câncer, e vai fazer falta.
sexta-feira, março 07, 2008
Autoimobilismo
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
O Gangster
O filme é muito bem feito, tanto no aspecto estético, sempre forte nas mãos do Ridley Scott, como na narrativa, que prende bem e não menospreza a inteligência do espectador.
Russell Crowe e Denzel Wahington tem um desempenho à altura dos nomes que construíram na indústria.
A estória é muito boa, apesar de ter me dado saudade de como é contada em "The cold six thousand", do James Ellroy, que, para o mesmo caso, aponta outros detalhes. É verdade que Ellroy mistura ficção e com história no livro e, portanto, pode ser que o quê está diferente tenha saído justamente da criatividade do Mad Dog.
Mesmo não sendo um filme no padrão Scorsese, mesmo contando com aspectos menos polêmicos que a estória do Ellroy, O Gângster é um filmaço!
Renaissance
Fiquei curiosíssimo quando vi o trailer via Internet. Como vários filmes hoje em dia, o filme não é tão bom quanto o trailer leva a crer.
A animação é ótima, certamente feita com captura de movimento, mas sem a preocupação babaca de fazer o resultado parecer filme (como no caso de Beowulf).
A idéia central da estória é muito boa: a investigação sobre o desaparecimento de uma pesquisadora de uma grande indústria de cosméticos leva à descoberta de um problema muito mais sério, risco potencial para toda a humanidade.
O visual do filme é simplesmente fantástico, a Paris do futuro é de encher os olhos (principalmente as ruas em vários níveis com piso transparente), o design dos carros, obra da Citröen, é muito bacana. E tudo em preto e branco (como Sin City).
O grande problema é a quantidade de clichés presentes no roteiro. lá pelas tantas, quando o policial é suspenso e continua trabalhando na investigação, dá vontade de levantar do cinema e ir embora...
Dá pra esperar pra ver em casa.
E, falando em ver em casa...
Fomos pela primeira vez no tão falado cinema da Academia de Tênis. Pela primeira e última vez. A sala pequena, as poltronas muito próximas umas das outras, um cheiro de mofo e poeira quase insuportável, goteiras em vários pontos da sala, som mono, vindo da tela (as caixas de surround não funcionam); o cinema é frequentado pela nata da sociedade brasiliense. Se depender de mim, podem ficar com aquela coisa!
Eu sou a lenda
Outro dia mesmo assistimos a versão antiga, com Charlton Heston. Apesar da antipatia que tenho hoje pelo loirinho, resultado das presepadas do Michael Moore, tem uma pá de filmes com ele que eu adoro: Planeta dos Macacos, No mundo de 2020, o próprio A última esperança da Terra.
Acho que a grande evolução em relação ao filme antigo é justamente o personagem principal. Charlton Heston era um super-homem, inabalado pela vida em solidão absoluta; Will Smith já aparece meio maluco, cheio de manias, e extremamente dependente da companhia da cadela Sam.
Usarem computação gráfica para gerar os "contaminados" foi um erro de lascar: ficaram meio desalinhados com o visual geral, parecem recortados do ambiente em volta. Acaba que não parecem uma ameaça de fato, o que compromete o suspense.
Mas, no geral, vale a pena!