Nem sei o nome do filme em português. Nem quero saber. Com Burt Reynolds. Difícil de acreditar que alguém gastou dinheiro numa coisa dessas. Não consegui assistir mais que dez minutos. Fuja correndo e gritando!
sábado, outubro 04, 2008
domingo, setembro 07, 2008
17 anos e uma novidade
Eu e Alê já estávamos juntos a quase um ano, praticamente morando juntos, mas a partir daquele 7 de setembro constituímos uma família. Encaramos altos e baixos, e estamos
aqui, juntos, dezessete anos depois.E hoje nos demos um presente quase diferente, desses que não dá pra repetir muito. De certo modo, a família ficou maior. A Pix ainda não acostumou com a idéia de compartilhar certas coisas, mas está sendo muito menos complicado (um pouco mais barulhento talvez) do que eu tinha imaginado.
Bem vindo, Dex Chien Noir!
quarta-feira, agosto 13, 2008
terça-feira, agosto 05, 2008
Hancock
Falaram tão mal desse filme por aí... no final das contas, é até legalzinho, dá pra dar umas risadas, os efeitos visuais são bem feitos. Fica a anos-luz de um "Batman" ou "Homem de ferro", mas vale o ingresso, desde que seja meia-entrada em dia promocional...
quarta-feira, julho 30, 2008
Melinda & Melinda
"Melinda & Melinda" foi um filme que ficou esquecido na minha lista de filmes a ver, nem sei por quê; Woody Allen sempre teve prioridade na minha agenda cinematográfica. Mas, acabou que assisti até "Match Point", o filme seguinte dele, antes.
Muito boa a idéia de mostrar como uma mesma situação, uma mesma premissa pode levar à criação de uma estória trágica e de uma estória cômica. Ainda que a vertente trágica mostrada não me tenha parecido tão trágica assim, e acabe ofuscada pela cômica, com diálogos muito mais interessantes, o resultado geral é bom, permitindo uma comparação bem eficiente.
Apesar da natureza metalingüística da premissa do filme, me pareceu bem acessível até para o público normal dos filmes do Allen.
terça-feira, julho 29, 2008
21
Muito comentado, celebrado. Adoro filmes de golpe. Este, supostamente baseado em fatos.
Pode ser exatamente aí que pegou. a vida, na maioria das vezes, não consegue ser tão fantástica como a imaginação de uns e outros que se metem a criar estórias para contar ao povo.
O golpe, baseado na matemática e na capacidade extraordinária dos estudantes em lidar com números, é interessante, mas não fantástico. O filme prende bem até o fim, Sturgess, Spacey e Fishburne competentes como sempre, tecnicamente legal, apesar da baixa qualidade de algumas imagens em CG.
Vale o ingresso, mas vai ser esquecido.
Eu quero acreditar?
Tenho todas as 9 temporadas de Arquivo X em casa. Difícil acreditar como um seriado que durou tanto conseguiu manter a qualidade, agradando aqueles que, como eu, acompanharam desde o início.
(Pule o próximo parágrafo se ainda não viu o filme)
O vídeo do cão com duas cabeças, supostamente resultado de experiências cirúrgicas na Rússia, é documento de uma idéia impressionante, ainda que provavelmente seja falso. Seria Re-animator materializado. Ótimo tema para um episódio de Arquivo X. O resultado, fantástico. É certamente um dos melhores episódios já produzidos. Mas há algum motivo para estar no cinema?
Não, não quero acreditar.
Por quê gastar US$ 30.000.000 em um episódio de seriado de TV, só para passar na tela grande? Um ótimo episódio, mas com essa grana talvez fosse possível produzir uma temporada inteira de um bom seriado.
A propósito, há uma segunda trama que, acho eu, devia levar Scully a questionar, ou refletir, sobre sua determinação (teimosia) em prosseguir o tratamento de um paciente, relevando os riscos, custos e esforços. Não sei se funcionou, e só consegui estabelecer a relação uns dias depois de ver o filme, tentando entender qual a função desta segunda trama no conjunto narrativo.
A relação Mulder x Scully é meio esquisita, principalmente as atitudes dela em relação à situação, muito diferente da postura dela no final da série.
Mais um longa para o cinema que fica devendo à série. Entretanto, repito, um excelente episódio. Pode esperar para ser visto em vídeo.
Instruções
Outro congresso, felizmente, em Brasília.
Os organizadores acharam bacana colocar umas máquinas de café espresso em regime faça-você-mesmo. Resultado, filas e mais filas para tomar um cafezinho. Na máquina, quatro botões; um deles sinalizado com uma seta vermelha onde se lê: CAFÉ. A senhora à minha frente exita por um momento. O dedo vacila entre os botões. Olha para os lados, como a pedir socorro. Antes que este venha, pressiona o botão. Não o que dizia café, mas o que, descobrimos em seguida, iniciava o processo de auto-limpeza do equipamento. Água quente por todo lado. Com um suspiro coletivo, alocamo-nos em outra fila...
segunda-feira, julho 28, 2008
Tony Spark
Já passou um tempão desde "Homem de Ferro". Abri este tópico, não escrevi nada, esqueci, o tempo passou, "O Cavaleiro das Trevas" estreou, e, certamente, ofuscou o alter ego metalizado de Tony Stark.
Mesmo assim, acho que preciso escrever alguma coisa sobre o Filme.
É muito bom quando vemos um filme adaptado de quadrinhos com a sensação de que os criadores envolvidos entenderam o "Espirito" do personagem. Heróis como Homem de Ferro já fazem parte de nossa "realidade", já tem uma posição estabelecida no nosso imaginário. Quando aparece um Tim Burton ou um Joel Schumacher e faz uma coisa muito diferente, que acaba por não dar muito certo.
É lógico que isso tudo que eu escrevi é de uma subjetividade sem fim, ou seja, há uma grande possibilidade de cada pessoa ter um visão diferente de um personagem, e, conseqüentemente, de gostar ou deixar de gostar de uma adaptação.
Voltando, antes que eu saia divagando infinitamente sobre subjetividade e cebolas de vidro.
"Homem de Ferro" é um filme de ação que tem 60% mostrando o processo de construção da armadura, dentro de uma caverna e de uma garagem. São apenas três seqüências de ação. Está longe de ser "lento" ou "parado".
Me toquei que tenho repetido sempre que o visual do filme é impressioante et cetera e tal para tudo quanto é filme que comento, então não vou dizer isso aqui. Mas que a armadura é impressionante, ah, isso é! (Stan Winston vai fazer falta...)
O grande trunfo: Tony Stark. Robert Downey Jr conseguiu conciliar a fanfarronice do personagem com o despertar da sua consciência, de uma forma arrebatadora. É perfeitamente aceitável e verossímil o fabricante de armas que acha que o ideal é ser respeitado e temido que se torna um super-herói com uma filosofia anti-armamentista. Gwyneth Paltrow e jeff Bridges também brilham como Pepper Potts e Obediah Stane, mas o filme é de Tony Stark. Um dos melhores filmes de super-herói de todos os tempos.
A propósito: Tony Spark é como um professor da Alessandra chamou o personagem, quando comentou o filme na sala de aula. Sabe tudo, o mestre!
Diário dos mortos
Antes de mais nada: adoro os filmes do Romero. "A noite dos mortos vivos" criou um gênero, é um marco na história do cinema; "Amanhecer dos mortos" consegue ser um filme podraço, com um bocado de crítica social ainda válido passados 30 anos. "Monkey shines" e "A metade negra" não são marcos, mas são filmes muito bons. "Terra dos mortos" conseguiu recuperar competentemente a série "mortos-vivos".
Agora, 'Diário dos mortos" é um fiasco sem tamanho.
Tentando entrar na onda bruxadeblaircloverfieldiana, o filme dá com os burros n'água.
Fui ver "Cloverfield" por insistência do Yuri, esperando ver um filmeco de monstro, boboca e cansativo como "Godzilla". Quebrei a cara. Apesar de quase não mostrar o monstro, "Cloverfield" tem personagens brilhantes, que agem como gente, que nos permitem identificar, ou mesmo imaginar, como seria nossa reação em uma situação semelhante. Quanto tomam decisões erradas que os levam a uma situação ruim, o fazem de uma maneira perfeitamente verossímil.
Nada disso acontece em "Diário dos mortos". Dizer que as reações do personagens são inverossímeis não dá idéia do que acontece no filme. Acho que não há reação. Não há emoção. Os personagens entram e saem das situações mais escalafobéticas, se vêem forçados a matar amigos e namorados, mas não demonstram qualquer impacto sobre suas personalidades, sobre sua integridade emocional. Além disso, é muito conveniente que a ação do filme acompanhe um grupo de estudantes de cinema que, além de ter à mão equipamente profissional de filmagem, que possibilita imagens limpinhas e nítidas, de excelente qualidade, sabem valorizar o enquadramento de cada cena.
No fim das contas, estava pouco me lixando para quem ia morrer, e como ia morrer, queria mais é que se explodissem todos para que o filme acabasse logo, o que impediu que o filme gerasse qualquer tensão.
Romero podia ter passado sem essa..