No lobby do cinema pra ver o Indy 4 em pré estréia.... Preciso achar um tempinho pra comentar os filmes que tenho assistido.
Continuo sobre o Indy depois do filme!
O cérebro é uma coisa maravilhosa... todos deveriam ter um!
No lobby do cinema pra ver o Indy 4 em pré estréia.... Preciso achar um tempinho pra comentar os filmes que tenho assistido.
Continuo sobre o Indy depois do filme!
Esse filme me deixou com a singela sensação de que me puxaram as tripas goela acima e me viraram do avesso.
A estória do cara que deixa tudo de lado e parte numa viagem Thoreauviana me deixou pensando nos objetivos que a gente coloca na vida (efeito semelhante ao que a música Junk do Paul McCartney me causa, só que muito mais intenso). Sem exagero, me tirou o sono.
O cenário mostra vários pontos do restinho de natureza que os norte-americanos não destruíram. Filme pra ver na tela grande.
A Trilha sonora do Eddie Veder encaixa perfeitamente no filme. Músicas simples e curtinhas.
Com ele, me dei conta também do quanto gosto dos filmes dirigidos pelo Sean Penn. Esse cara vai longe. Se bem que já foi longe.
É o tipo de filme que reforça minha descrença no Oscar e prêmios afins.

Entrei no mundo dos quadrinhos pelos "GIBI" do meu pai, lendo Spirit e Agente X9. Rocketeer me trouxe de volta esse mundo.
Desenhista de mão cheia, argumentista de primeira, Dave Stevens foi um artista desses completos, como Will Eisner, ainda que não tenha atingido o mesmo sucesso.
Aos 52 anos foi vencido pelo câncer, e vai fazer falta.
Fiquei curiosíssimo quando vi o trailer via Internet. Como vários filmes hoje em dia, o filme não é tão bom quanto o trailer leva a crer.
A animação é ótima, certamente feita com captura de movimento, mas sem a preocupação babaca de fazer o resultado parecer filme (como no caso de Beowulf).
A idéia central da estória é muito boa: a investigação sobre o desaparecimento de uma pesquisadora de uma grande indústria de cosméticos leva à descoberta de um problema muito mais sério, risco potencial para toda a humanidade.
O visual do filme é simplesmente fantástico, a Paris do futuro é de encher os olhos (principalmente as ruas em vários níveis com piso transparente), o design dos carros, obra da Citröen, é muito bacana. E tudo em preto e branco (como Sin City).
O grande problema é a quantidade de clichés presentes no roteiro. lá pelas tantas, quando o policial é suspenso e continua trabalhando na investigação, dá vontade de levantar do cinema e ir embora...
Dá pra esperar pra ver em casa.
E, falando em ver em casa...
Fomos pela primeira vez no tão falado cinema da Academia de Tênis. Pela primeira e última vez. A sala pequena, as poltronas muito próximas umas das outras, um cheiro de mofo e poeira quase insuportável, goteiras em vários pontos da sala, som mono, vindo da tela (as caixas de surround não funcionam); o cinema é frequentado pela nata da sociedade brasiliense. Se depender de mim, podem ficar com aquela coisa!
Outro dia mesmo assistimos a versão antiga, com Charlton Heston. Apesar da antipatia que tenho hoje pelo loirinho, resultado das presepadas do Michael Moore, tem uma pá de filmes com ele que eu adoro: Planeta dos Macacos, No mundo de 2020, o próprio A última esperança da Terra.
Acho que a grande evolução em relação ao filme antigo é justamente o personagem principal. Charlton Heston era um super-homem, inabalado pela vida em solidão absoluta; Will Smith já aparece meio maluco, cheio de manias, e extremamente dependente da companhia da cadela Sam.
Usarem computação gráfica para gerar os "contaminados" foi um erro de lascar: ficaram meio desalinhados com o visual geral, parecem recortados do ambiente em volta. Acaba que não parecem uma ameaça de fato, o que compromete o suspense.
Mas, no geral, vale a pena!
Voltamos devagarinho, parando em São Carlos pra ver o museu da TAM.
Pra quem gosta de aviões, um prato cheio. O estado de conservação é impressionante, alguns até voam. Emocionante ver o Messerschmidt e o Spitfire lado a lado, o Corsair, o Thunderbolt, os MIG...
Fiquei tão empolgado que nem peguei a câmera pra fotografar.
Acompanhamos atentamente a previsão do tempo para decidirmos nosso destino pós-Sampa. Chovia no Brasil todo.
Um dia vem a notícia que teríamos uns dias sem chuva no litoral norte de São Paulo. E lá vamos nós pra Ubatuba.
Realmente pegamos alguns dias sem chuva, e deu até pra tirar o verde escritório da pele, mas durou pouco. No dia do Aniversário do Yuri já estávamos sob chuva de novo.
Mais uma vez, comemos adoidado, e tome efeito estufa!
Com a previsão do tempo dizendo que sol só em Roraima, subimos a serra.
Na verdade, íamos para as cavernas do PETAR e para a Ilha do Cardoso e Cananéia, no sul de São Paulo. Aconteceu que em 12 ou 13 de Janeiro, caiu na região a maior chuva dos últimos 40 anos, inutilizando as estradas, principalmente as de terra que chegam ao PETAR, e deixando várias cidades da região em "estado de e mergência".
Como já estávamos em Sampa, ficamos por lá.
Embarcamos em programas paulistanos:
- Encontrar o Fred e a Juliana;
- Experimentamos a cerveja com gosto de azeitona.
- Liberdade;
- Restaurante Chinês muito Bão; com o Fred e a Ju;
- Picolés coreanos de primeira: de melancia, melão, banana..
- restaurante japonês legalzinho;
- mangás e animes de deixar a gente tonto;
- Brinquedos que quase nos fizeram perder a cabeça;
- milhares de lojas de bugingangas inúteis (que a gente não sabe como viveu até hoje sem elas);
- MASP:
Na foto, escultura do célebre escultor Gaulês, Obelix.
- 25 de Março;
- Mercado Municipal;
- Com os célebres sanduíche de mortadela e pastel de bacalhau de R$ 8,00 (o sanduíche deixamos de lado, o pastel não);
- Centro velho de São Paulo
- Catedral da Sé;
- Edifício Martinelli;
- Anhangabaú;
- Teatro Municipal;
- O prédio da Light que virou um shopping que não sei o nome
- Galeria;
- onde perdi a cabeça com alguns brinquedos;
- Missa na catedral católica ortodoxa;
- muito emocionante, com um coral inacreditável;
- Idas e vindas na Paulista;
- Feira de antiguidades no vão livre do MASP;
- Comer, comer e comer (o que contribuiu com o efeito estufa na minha barriga).