quinta-feira, março 13, 2008

Dave Stevens



Entrei no mundo dos quadrinhos pelos "GIBI" do meu pai, lendo Spirit e Agente X9. Rocketeer me trouxe de volta esse mundo.
Desenhista de mão cheia, argumentista de primeira, Dave Stevens foi um artista desses completos, como Will Eisner, ainda que não tenha atingido o mesmo sucesso.
Aos 52 anos foi vencido pelo câncer, e vai fazer falta.

sexta-feira, março 07, 2008

Autoimobilismo

Como a decadência do trânsito que vejo por todo lado tem me incomodado muito, comecei um blog novo, o autoimobilismo. Quem tiver paciência, e quiser compartilhar a minha dor, é só clicar.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

O Gangster

Li uma série de críticas sobre o filme, muitas delas que usavam a frase "Scott não é Scorsese" como demérito. De fato, Scott não é Scorsese. Mas não acredito que um diretor precise ser Scorsese para contar uma boa estória de gangster no cinema. É fato que Bons Companheiros, Cassino e outras coisas dele são um paradigma para o filme de gangster, mas Scorsese não inventou o gênero, e outros (Coppola e DePalma me vem imediatamente) contaram boas estórias de gangster no cinema, e bem contadas.
O filme é muito bem feito, tanto no aspecto estético, sempre forte nas mãos do Ridley Scott, como na narrativa, que prende bem e não menospreza a inteligência do espectador.
Russell Crowe e Denzel Wahington tem um desempenho à altura dos nomes que construíram na indústria.
A estória é muito boa, apesar de ter me dado saudade de como é contada em "The cold six thousand", do James Ellroy, que, para o mesmo caso, aponta outros detalhes. É verdade que Ellroy mistura ficção e com história no livro e, portanto, pode ser que o quê está diferente tenha saído justamente da criatividade do Mad Dog.
Mesmo não sendo um filme no padrão Scorsese, mesmo contando com aspectos menos polêmicos que a estória do Ellroy, O Gângster é um filmaço!

Renaissance

Fiquei curiosíssimo quando vi o trailer via Internet. Como vários filmes hoje em dia, o filme não é tão bom quanto o trailer leva a crer.
A animação é ótima, certamente feita com captura de movimento, mas sem a preocupação babaca de fazer o resultado parecer filme (como no caso de Beowulf).
A idéia central da estória é muito boa: a investigação sobre o desaparecimento de uma pesquisadora de uma grande indústria de cosméticos leva à descoberta de um problema muito mais sério, risco potencial para toda a humanidade.
O visual do filme é simplesmente fantástico, a Paris do futuro é de encher os olhos (principalmente as ruas em vários níveis com piso transparente), o design dos carros, obra da Citröen, é muito bacana. E tudo em preto e branco (como Sin City).
O grande problema é a quantidade de clichés presentes no roteiro. lá pelas tantas, quando o policial é suspenso e continua trabalhando na investigação, dá vontade de levantar do cinema e ir embora...
Dá pra esperar pra ver em casa.
E, falando em ver em casa...
Fomos pela primeira vez no tão falado cinema da Academia de Tênis. Pela primeira e última vez. A sala pequena, as poltronas muito próximas umas das outras, um cheiro de mofo e poeira quase insuportável, goteiras em vários pontos da sala, som mono, vindo da tela (as caixas de surround não funcionam); o cinema é frequentado pela nata da sociedade brasiliense. Se depender de mim, podem ficar com aquela coisa!

Eu sou a lenda

Outro dia mesmo assistimos a versão antiga, com Charlton Heston. Apesar da antipatia que tenho hoje pelo loirinho, resultado das presepadas do Michael Moore, tem uma pá de filmes com ele que eu adoro: Planeta dos Macacos, No mundo de 2020, o próprio A última esperança da Terra.
Acho que a grande evolução em relação ao filme antigo é justamente o personagem principal. Charlton Heston era um super-homem, inabalado pela vida em solidão absoluta; Will Smith já aparece meio maluco, cheio de manias, e extremamente dependente da companhia da cadela Sam.
Usarem computação gráfica para gerar os "contaminados" foi um erro de lascar: ficaram meio desalinhados com o visual geral, parecem recortados do ambiente em volta. Acaba que não parecem uma ameaça de fato, o que compromete o suspense.
Mas, no geral, vale a pena!

Férias: Retorno

Voltamos devagarinho, parando em São Carlos pra ver o museu da TAM.
Pra quem gosta de aviões, um prato cheio. O estado de conservação é impressionante, alguns até voam. Emocionante ver o Messerschmidt e o Spitfire lado a lado, o Corsair, o Thunderbolt, os MIG...
Fiquei tão empolgado que nem peguei a câmera pra fotografar.

Férias: Chove no Brasil todo; Sol em Ubatuba?

Acompanhamos atentamente a previsão do tempo para decidirmos nosso destino pós-Sampa. Chovia no Brasil todo.
Um dia vem a notícia que teríamos uns dias sem chuva no litoral norte de São Paulo. E lá vamos nós pra Ubatuba.
Realmente pegamos alguns dias sem chuva, e deu até pra tirar o verde escritório da pele, mas durou pouco. No dia do Aniversário do Yuri já estávamos sob chuva de novo.
Mais uma vez, comemos adoidado, e tome efeito estufa!
Com a previsão do tempo dizendo que sol só em Roraima, subimos a serra.

Férias: Esticada fora dos planos em Sampa

Na verdade, íamos para as cavernas do PETAR e para a Ilha do Cardoso e Cananéia, no sul de São Paulo. Aconteceu que em 12 ou 13 de Janeiro, caiu na região a maior chuva dos últimos 40 anos, inutilizando as estradas, principalmente as de terra que chegam ao PETAR, e deixando várias cidades da região em "estado de e mergência".



Como já estávamos em Sampa, ficamos por lá.



Embarcamos em programas paulistanos:



- Encontrar o Fred e a Juliana;


- Experimentamos a cerveja com gosto de azeitona.


- Liberdade;


- Restaurante Chinês muito Bão; com o Fred e a Ju;


- Picolés coreanos de primeira: de melancia, melão, banana..


- restaurante japonês legalzinho;


- mangás e animes de deixar a gente tonto;


- Brinquedos que quase nos fizeram perder a cabeça;


- milhares de lojas de bugingangas inúteis (que a gente não sabe como viveu até hoje sem elas);


- MASP:



IMG_1474.JPG


Na foto, escultura do célebre escultor Gaulês, Obelix.



- 25 de Março;



- Mercado Municipal;


- Com os célebres sanduíche de mortadela e pastel de bacalhau de R$ 8,00 (o sanduíche deixamos de lado, o pastel não);


- Centro velho de São Paulo


- Catedral da Sé;


- Edifício Martinelli;


- Anhangabaú;


- Teatro Municipal;


- O prédio da Light que virou um shopping que não sei o nome


- Galeria;


- onde perdi a cabeça com alguns brinquedos;


- Missa na catedral católica ortodoxa;


- muito emocionante, com um coral inacreditável;


- Idas e vindas na Paulista;



- Feira de antiguidades no vão livre do MASP;



- Comer, comer e comer (o que contribuiu com o efeito estufa na minha barriga).



segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Férias: Sampa, ô meu

Depois de uma viagem tranqüilíssima, caio na marginal Pinheiros, e no caos do trânsito paulistano. Mais de hora e meia para chegar no hotel, no Paraíso. Na Paulista, no ápice do rush o pedal da embragem trava, mas foi só susto: puxei o pedal com a mão, e está funcionando até agora.
Chego no hotel às 18h15min e descubro que minha reserva foi cancelada automaticamente às 18h, e que, por causa do São Paulo Fashion Week, o hotel estava lotado.
Consigo vaga num hotelzinho ao lado da estação do metrô. Alta rotatividade; moças "profissionais do ramo" circulando pelos corredores; acordo às 3h com um maluco esmurrando minha porta, procurando um tal de Alfredo, que não era eu (ufa!).
De manhã, apanho a Alê e o Yuri no aeroporto, passo no hotel do dia anterior e consigo a vaga.

Férias: Pé na estada

Motor zero, estradas ótimas, viagem muito tranqüila até São Paulo. Pouco movimento, temperatura agradável, quase sem chuva (exceto pelo temporal em Ribeirão Preto). As estradas em péssimo estado sempre foram apontadas como responsáveis pelo alto índice de acidentes; agora, por estarem ótimas, são as responsáveis pelo alto índice de acidentes, por estimularem a imprudência dos motoristas. É o fim do mundo...