sábado, setembro 15, 2007

Renan

Não cassaram o Renan. Na verdade, nada foi provado contra ele. Indícios de que algo está errado, há muitos. Mas indícios precisam ser investigados para se tornarem provas. É interessante ler o discurso do Francisco Dornelles, no blog do Paulo Henrique Amorim, e relfetir. Não se pode sair pedindo a cabeça de quem quer que seja sem uma investigação, sem provas... um dia, pode acontecer com qualquer um de nós.
Pelo bem do funcionamento do Senado, acho mesmo que o senador deveria se licenciar do cargo até que as investigações estivessem concluídas. No mínimo porque a exposição negativa na mídia não ajuda a instituição. Mas sabe-se lá se alguém quer mesmo que o senado funcione direito. Sabe-se lá a quem interessa a manutenção da crise.

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O escândalo na F1

Para o bem do campeonato, a McLaren não foi excluída. Muita hipocrisia rolando nos comentários indignados em blogs e entrevistas. Felipe Massa queria a punição dos pilotos da McLaren. Quem sabe se se esforçasse mais em não cometer tantos erros e cobrasse mais da equipe a confiabilidade do carro não precisasse contar com a exclusão dos adversários para conseguir um melhor resultado no campeonato. As informações que a McLaren pode ter usado não passaram no sinal vermelho do pit ou tiraram seu carro da pista em Monza.
O campeonato será decidido na pista, e, tudo indica, vencerá o melhor!

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domingo, setembro 09, 2007

Eu, meus superpoderes e a questão do celular ao volante

Hoje no Auto-Esporte, uma psicóloga dizendo que falar ao celular e dirigir é muito perigoso, uma vez que o cérebro humano só permite realizar uma tarefa de cada vez.
Assim, descobri que posso me candidatar a super-herói, uma vez que consigo, por exemplo, caminhar, mascar chicletes e conversar ao mesmo tempo, o quê, pelas minhas contas, são três atividades simultâneas. Consigo ainda falar ao telefone e dar nó na gravata sem me olhar no espelho. Agora, preciso escolher as cores do uniforme...
Falando sério: é preciso encontrar um argumento menos furado para a questão de dirigir e falar ao celular. Entendo que segurar o aparelho é o grande problema, uma vez que limita os movmentos; usar fones de ouvido que bloqueiem os ruídos do ambiente, também é perigoso. Mas falar ao telefone, sem usar as mãos e podendo ouvir o som do ambiente não me parece arriscado. Para sustentar que apenas conversar ao telefone, com as mãos livres é perigoso, seria necessário proibir que se ouça música enquanto se dirige, ou até que se converse com os outros passageiros.
E os especialistas da GLOBO me surpreendem cada vez mais...

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A verdadeira elite

Reluto em chamar os deslumbrados do Cansei e contumazes da DASLU de elite. Como disse a professora Chauí, elite é o que há de melhor, longe do que aquele grupo representa.
Achei um artigo interessante no blog do Nassif sobre a verdadeira elite do Brasil. Para ler e redefinir conceitos

Fórmula 1

Esse decididamente é o melhor campeonato dos últimos tempos. Estou sinceramente torcendo para que a McLaren consiga ir até o final do campeonato. Sem eles, a coisa vai ficar vem sem graça.
Já declarei que estou torcendo contra o Felipe Massa, muito por causa das presepadas do Galvão, mas, convenhamos, ele tem tido resultados bem inferiores aos do Barrichello, seja por incompetência ou por falta de sorte.
A ultrapassagem do Hamilton sobre o Raikonnen foi das boas, principalmente porque fez o Galvão engolir que a ultrapassagem seria difícil; demorou só uma volta. O menino é bem bom mesmo...

Stock Car

Acompanhei ontem essa farsa chamada Stock Car. Um festival de nós cegos e navalhadas. A maioria ali nem merece ser chamada de piloto. O pior é que a corrida é um tédio só. O circuito oval não traz nenhuma emoção. é como olhar um carrossel. Nem para torcer contra o Caca Bueno tá valendo a pena.

sexta-feira, setembro 07, 2007

Viajar é fogo!

Eu estava ferrado no sono quando ouvi algo do tipo "tem alguma coisa queimando no ônibus"; dez minutos depois, nem ônibus tinha mais...

Viajar nesses ônibus fretados em agências de turismo e coisa comum aqui em Brasília. A gente mesmo já viajou um monte de vezes. Os ônibus costumam ser bem confortáveis, e acaba saindo mais barato que nos ônibus comuns. Mas logo que vimos o ônibus ontem, ficou uma impressão ruim. Uma vez dentro dele, só piorou. Sujo, mal conservado, muitos braços das cadeiras quebrados, cheio de pernilongos. Mas eu estava tão cansado, que nem fui reclamar: reclinei a cadeira e dormi.
Depois da tal frase, a Alê me cutucou, e percebi que o pessoal começava a se levantar. Vi a fumaça entrando e falei pra ela: chama o Yuri e desce.
Começa o pânico. Gente gritando, crianças chorando. Já dava pra ver as labaredas pela lateral do ônibus. O pessoal de trás começa a empurrar. A Alê quase caiu. Gritei pedindo calma e falei pra Alê ir descendo com o Yuri que eu ia ficar pra ajudar e já descia.
O pessoal começou a descer mais organizadamente. Tentei abrir a saída de emergência, que ficava bem no meu assento, mas não achei nenhuma alça, correia, martelo, o que quer que fosse. As chamas estavam já muito mais altas. Continuei organizando a descida. Quando desceu o último, peguei as duas mochilas que lavamos e me mandei. Uma labareda já saía pela porta do banheiro e chegava ao teto do ônibus. Muita fumaça, branca e densa.
Lá fora, as pessoas aglomeradas ao redor do ônibus, muito, mas muito próximas. olhei para trás e vi que as chamas já passavam da altura do ônibus e se espalhavam pela grama seca. corri até onde estavam a Alê e o Yuri, mais longe que o resto do pessoal, e puxei os dois pra mais longe ainda. Ficamos lá olhando. Alguém perto de nós disse que o ônibus ia explodir, e eu: fica tranqüilo que diesel não explode. Mal acabei a frase e CABUM! Uma bola de fogo voou do ônibus em direção à manezada que estava lá em volta. Mas foi só um dos pneus; de fato, o diesel não explodiu.
Bombeiros, polícia, trânsito parado, cheiro de queimado, fumaça... acabou! Foi-se o ônibus, e tudo que estava dentro da cabine. As malas no bagageiro ficaram intactas.
Estranhamente, não estávamos na BR040, nem a caminho dela. O ônibus tinha feito um desvio muito estranho pelo Gama, uma cidade-satélite do DF. Ninguém conseguiu nos explicar por quê estávamos ali. Familiares que foram buscar os passageiros tiveram dificuldade de encontrar o local.
Pela manhã, voltei para fotografar com uma câmera, porque foto de celular só com legenda explicando o que é. Publiquei no Multiply. Muita gente parando e perguntando se alguém tinha morrido. Muita gente perguntando se alguém tinha sobrevivido.
Saímos todos bem, mas esse tipo de incidente é resultado de algum tipo de negligência. Vamos ver se acionamos a empresa de alguma forma. Tivemos sorte de que aconteceu logo no início da viagem, com muita gente acordada, e ainda dentro do DF. Fosse mais tarde, com todo mundo dormindo e no meio do nada, poderia ter sido muito mais sério.


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quarta-feira, setembro 05, 2007

O caso do promotor


Como acho bom a gente saber do dois lados da coisa, e só um lado tem aparecido na imprensa, vou colocar aqui um link pro Blog do Nassif que trata do caso do promotor que matou um cara numa confusão em uma boate.

Segundo os relatos de várias testemunhas, houveram sim tiros de advertência, e os rapazes perseguiram o promotor pela rua. Não entendam que estou defendendo quem quer que seja, mas a gente precisa considerar todas as possibilidades antes de considerar quem quer que seja culpado. Como VOCÊ agiria se estivesse na situação descrita no link?


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No calor da Gravata


Assisto ao noticiário pela manhã. A previsão do tempo avisa: umidade abaixo de 15%; temperaturas acima de 30 graus Celsius; recomenda-se evitar exercícios pesados entre 10 e 17h, e o uso de roupas leves.

Enquanto assisto, me visto: camisa, calça, sapato, paletó, gravata...

Em janeiro último estava em um parque aquático em Vitória. Avisto dois infelizes cidadãos vagando em meio às piscinas trajando ternos escuros. Me identifiquei com os pobres...

A estupidez do homem. Até quando algumas pessoas vão achar bonito que nos vistamos como europeus sob um calor tropical? Até quando vão exigir que outras pessoas se vistam assim para agradá-las? Tanto se fala sobre o aquecimento global... não está na hora de revermos nossos conceitos de vestimenta? Nossa saúde agradece.

quarta-feira, agosto 29, 2007

Apple's think different


Esse comercial é supimpaço, faz a gente pensar em quanta coisa deixa de lado pra que não nos chamem de maluco. Mais de vinte anos depois, ainda não perdeu a validade.
Pense diferente você também. Liberte o maluco que está dentro de você!
(sobre os malucos, tem um post antigo bem aqui)