sábado, julho 21, 2007
Ainda o Galvão
O falastrão ultimamente mais torce pelo erro dos adversários dos brasileiros, do que valoriza nossos esportistas. É uma das coisas que tem me feito torcer contra o Felipe Massa. Tem alguém aí que gosta do Galvão?
CALABOCA Galvão
Galvão, o oráculo de Delfos já vinha prevendo o erro de Lewis Hamilton, que resultaria em um acidente sério. Pois é. Depois o erro não foi erro: a suspensão quebrou. E aí, o oráculo tem que desdizer o que disse. Se ficasse calado, não tinha esse trabalho.
quinta-feira, julho 05, 2007
Miracles
Tem coisas que a gente não entende. Miracles foi um seriado da ABC, de 2003, cancelado depois de 6 episódios, apesar de terem sido produzidos 13. Por outro tipo de milagre, tive acesso ao tal, e já assisti aos dois primeiros episódios. Com a quantidade de porcaria que vemos na TV todo dia, como é que cancelam algo assim, literalmente jogando dinheiro fora (afinal, 7 episódios nem foram ao ar!)?
Um investigador a serviço da Arquidiocese de Boston, analisa supostos milagres. Depois de anos na profissão, sente que está muito mais colocando abaixo a fé das pessoas do que qualquer outra coisa. A decepção dos envolvidos quando ele surge com uma explicação, muitas vezes banal, para o ocorrido o está afetando seriamente.
Em um período afastado do trabalho ele tem contado com um fenômeno que pode ser um verdadeiro milagre, mas, quando retorna à Arquidiocese com um relatório, é praticamente ignorado. A partir daí, desiste do emprego, e acaba por se envolver com um grupo independente que trabalho no mesmo ramo.
Talvez a carga dramática do seriado fosse demais para o público de TV convencional (o sofrimento a que os envolvidos são submetido é muito grande; no final do segundo episódio a família inteira fungava); talvez o tema que envolve crenças diversas fosse arriscado demais para a TV. Espero que a qualidade continue pelos episódios restantes.
Um investigador a serviço da Arquidiocese de Boston, analisa supostos milagres. Depois de anos na profissão, sente que está muito mais colocando abaixo a fé das pessoas do que qualquer outra coisa. A decepção dos envolvidos quando ele surge com uma explicação, muitas vezes banal, para o ocorrido o está afetando seriamente.
Em um período afastado do trabalho ele tem contado com um fenômeno que pode ser um verdadeiro milagre, mas, quando retorna à Arquidiocese com um relatório, é praticamente ignorado. A partir daí, desiste do emprego, e acaba por se envolver com um grupo independente que trabalho no mesmo ramo.
Talvez a carga dramática do seriado fosse demais para o público de TV convencional (o sofrimento a que os envolvidos são submetido é muito grande; no final do segundo episódio a família inteira fungava); talvez o tema que envolve crenças diversas fosse arriscado demais para a TV. Espero que a qualidade continue pelos episódios restantes.
Don't let me be misunderstood
Nem me lembro por quê a música virou assunto lá em casa. Acho incrível como ela ocupa um espaço na cultura pop há tanto tempo. A versão do Santa Esmeralda, lá da minha infância, tá sempre aparecendo por aí (a mais recente reaparição foi na trilha do Kill Bill).
Do alto de minha ampla e infindável sabedoria, expliquei à família que aquela música era dos Animals, grande sucesso pelos longínquos '60, o que espantou a família.
Depois, resolvi pesquisar, e descobri que não era nada disso. A música foi originalmente composta paraNina Simone, e gravada por ela em '64. De lá pra cá, dezenas de versões. Diz a Wikipedia que a mais popular é a dos Animals, mas, cá pra nós, a do Santa Esmeralda é sempre a primeira que me vem à cabeça.
Do alto de minha ampla e infindável sabedoria, expliquei à família que aquela música era dos Animals, grande sucesso pelos longínquos '60, o que espantou a família.
Depois, resolvi pesquisar, e descobri que não era nada disso. A música foi originalmente composta paraNina Simone, e gravada por ela em '64. De lá pra cá, dezenas de versões. Diz a Wikipedia que a mais popular é a dos Animals, mas, cá pra nós, a do Santa Esmeralda é sempre a primeira que me vem à cabeça.
terça-feira, junho 12, 2007
Experimentação
Pão integral, geléia de cupuaçu e manga, queijo gorgonzola. Ainda estou vivo depois do referido sanduíche. E gostei.
terça-feira, maio 29, 2007
esperando GRINDHOUSE
Grindhouse vai chegar ao Brasil completamente fora da proposta original. O clima de seção dupla de cinema barato, repleto de violência e sangue à vontade cai por terra com os filmes sendo exibidos em separado. Fazer o quê?
De qualquer forma, pra ir entrando no clima, resolvi assistir Perdita Durango.
Produção Mexico/Espanhola, conta a estória de Perdita Durango (Rosie Perez), uma maluca desarvorada que, retornando ao México, sabe-se lá vinda de onde, traz as cinzas da irmã, trailer-trash assassinada pelo marido, sai num carro roubado pelo mundo. Na fronteira com os EUA conhece Romeo Dolorosa (Javier Barden), um feiticeiro que, entre outras coisas, rouba cadáveres para seus rituais macabros. Juntos, arrumam um bico, transportando um carregamento de fetos humanos para uma empresa de cosméticos em Las Vegas.
CRUZCREDO!
Violência aos borbotões, mutilações, estupros, assassinatos a perder a conta...
Engraçado é ver gente do talento de Javier Barden, Rosie Perez e James Gandolfini num filme deste naipe. Diversão garantida, com um propósito!
De qualquer forma, pra ir entrando no clima, resolvi assistir Perdita Durango.
Produção Mexico/Espanhola, conta a estória de Perdita Durango (Rosie Perez), uma maluca desarvorada que, retornando ao México, sabe-se lá vinda de onde, traz as cinzas da irmã, trailer-trash assassinada pelo marido, sai num carro roubado pelo mundo. Na fronteira com os EUA conhece Romeo Dolorosa (Javier Barden), um feiticeiro que, entre outras coisas, rouba cadáveres para seus rituais macabros. Juntos, arrumam um bico, transportando um carregamento de fetos humanos para uma empresa de cosméticos em Las Vegas.
CRUZCREDO!
Violência aos borbotões, mutilações, estupros, assassinatos a perder a conta...
Engraçado é ver gente do talento de Javier Barden, Rosie Perez e James Gandolfini num filme deste naipe. Diversão garantida, com um propósito!
quinta-feira, maio 10, 2007
Seção dupla de Cinema: Totalitarismo não
Dia do cinema anti-totalitarismo...
"Brazil" chuta a canela da burocracia e do controle do Estado; os processos são mais importantes que os resultados; a capacidade de justificar e encobrir os erros é determinante; ver apenas a parte que lhe cabe é o que permite que as pessoas prossigam trabalhando.
Além disso, o visual é impressionante. As cenas de sonho são maravilhosas.
"V de vingança". Esse foi uma das fontes da minha ansiedade no ano passado. Fui preparado para o pior, e gostei do resultado. Revendo, continuei gostando. Talvez pudesse ser melhor, mas é bom que chega.
"Brazil" chuta a canela da burocracia e do controle do Estado; os processos são mais importantes que os resultados; a capacidade de justificar e encobrir os erros é determinante; ver apenas a parte que lhe cabe é o que permite que as pessoas prossigam trabalhando.
Além disso, o visual é impressionante. As cenas de sonho são maravilhosas.
"V de vingança". Esse foi uma das fontes da minha ansiedade no ano passado. Fui preparado para o pior, e gostei do resultado. Revendo, continuei gostando. Talvez pudesse ser melhor, mas é bom que chega.
Baixolão: mudando de opinião
Tive em meu "arsenal" um desses eletroacústicos, um Epiphone El Capitán. Um instrumento muito legal, vistoso, imponente. Entretanto, a única utilidade prática dele era praticar, tocar sozinho. Qualquer cavaquinho engolia o sonzinho gerado pela caixa acústica do "troço" (apenas força de expressão, nunca toquei com cavaquinho).
Resultado, me desfiz do "troço" (num ótimo negócio, diga-se de passagem).
Semana passada no Rio, descobri uma loja de instrumentos usados, num prédio obscuro na Barata Ribeiro, no final de um corredor tenebroso, desses de filme de terror oriental, com direito a lampadas fluorescentes esverdeadas e piscando...
Dentro da loja, um verdadeiro paraíso dos músicos: baixos, guitarras, violões, bandolins, banjos... muitos de marcas famosas, feitos por luthiers consagrados. O mais importante, com ótimos preços.
Chamou minha atenção um baixo eletroacústico, o popular baixolão, de uma marca da qual nunca tinha ouvido falar, com um jeito esquisitão, muito diferente dos tradicionais. Pego o bicho; corpo muito leve, braço longo e pesado, péssimo para tocar de pé. Aí toquei. Pronto. O som, perfeitamente audível. Alto mesmo. O suficiente para acompanhar um violão, o que deveria ser a razão da existência do tal instrumento. Pergunto o preço. Extremamente acessível, muito abaixo dos modelos de marcas tradicionais. Enquanto procurava algum defeito, o cara da loja me conta a estória: o baixo estava ali encalhado há anos; provavelmente pela esquisitice, ninguém nem testava. A quantidade de poeira parecia confirmar.
Resultado: o negócio tá lá em casa. Consigo colocar uma música em volume razoável e tocar junto, ouvindo o que estou tocando.
Desaconselhei a compra do tal baixolão a muita gente, pessoalmente e em fóruns especializados. Agora, achei uma exceção...
quarta-feira, maio 09, 2007
Homem-aranha 3
OK! Por mais que eu tenha reduzido minhas expectativas para o filme, ainda me decepcionei. Essa coisa de três vilões em um filme só, não rola. Esse papo de "a gente precisamos nos unirmos contra ele..." quase me fez sair antes do filme. Tudo repetido: problemas com a MJ, correr atrás do assassino do tio (pra quê inventar que o Homem-Areia matou o Ben Parker?!!!)...
Muito bem feito, efeitos especiais legais (tirando um ou outro), muita ação, mas é um filmeco que não se compara com os outros dois.
Pra dar uma referência à minha opinião, quando o Aranha apareceu de uniforme negro, desisti de colecionar, e dooei minnha coleção, que vinha desde o número 1.
Muito bem feito, efeitos especiais legais (tirando um ou outro), muita ação, mas é um filmeco que não se compara com os outros dois.
Pra dar uma referência à minha opinião, quando o Aranha apareceu de uniforme negro, desisti de colecionar, e dooei minnha coleção, que vinha desde o número 1.
segunda-feira, maio 07, 2007
Caos aéreo e CPI
Mais sobre o caos do setor aéreo no Verdade Virtual; não custa nada dar uma olhada.
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