segunda-feira, setembro 11, 2006

O voto inválido

Tenho recebido uma enxurrada de mensgens, por todos os meios, conclamando ao voto inválido, como protesto contra a política que aí está. Vale uma reflexão mais séria sobre o assunto. Este artigo discorre sobre motivos e prováveis conseqüências e riscos desse protesto. É bom ver todos os lados da coisa, antes de tomar uma decisão.

A luz no fim do túnel

Aparentemente alguns cidadãos Norte-Americanos tem idéias bem claras de como dar uma guinada definitiva na condução daquele país, sugerindo um líder de peso, que, certamente, mudará os rumos da história. Enquanto a polícia se ocupa em descobrir o autor do recado, o dono do prédio se diz satisfeito se alguém lhe explicar quem é Les Claypool... (mais? Aqui!)

domingo, setembro 10, 2006

Pac Man, Pac Man, Pac Man...

Sem comentários... essa coisa me persegue...
Maiores detalhes aqui!

Fora do contexto

Hoje liguei o rádio e ouvi a seguinte frase, na CBN, intervalo de Botafogo e Flamengo: "O projeto prevê que apenas torcedores poderão fazer parte das torcidas organizadas...". Como assim? E as beatas carolas de São Pedro do Passa Quatro? Ficam de fora?

Chakal


Difícil pra mim falar do show do Chakal abrindo pro Slayer. Difícil porque eu queria é estar lá, em cima do palco.
Nem o som baixo conseguiu matar o Chakal, e o público fez bem o seu papel. Certamente "War drums" e "Demon king" já tem seu lugar juntinho de "May not the mankind suffer" e "Jason lives". Pena que foi tão curto. Pena que "Jason..." é longa demais e teve que ficar de fora. Pena que eu não tava lá em cima. CHAKAL RULES!

Pac-Man again

Nos últimos dias o Pac-Man tem aparecido inistentmente na minha vida. Começou com um email do Gordo, depois um post no Macarronada, comentários de colegas no trabalho (colegas diferentes com comentários diferentes). Agora aparece esse baixo. A intenção do André em me mandar a foto foi a quantidade de cordas do negócio, ou seja, nada a ver com o Pac-Man. Mas, é lógico, que os botões me chamaram a atenção de cara. Vai ver é um sinal. Quem sabe o Gordo não está certo? Talvez haja muito mais no Pac-man do que imagina nossa vã filosofia.
Quanto aos baixos com muitas cordas, exceto pelos oitavados, que considero só um exagero, acho que essa quantidade de cordas, no mínimo, desnecessária. Viva as 4 cordas!

sábado, setembro 09, 2006

Destroçando os dedos com o brinquedinho

Sábado de manhã. Hora de aproveitar o ócio danificando permanentemente as impressões digitais com as cordas do tal baixo vertical. Não sei se aprendo a tocar o troço, mas não ter impressões digitais pode ser útil.

sexta-feira, setembro 08, 2006

De magros cabeludos a carecas barrigudos

Ainda no assunto Slayer em BH: no final da apresentação do Chakal, olhei em volta e vi o bando de metaleiros "aposentados", o meu bando.
O metal em BH foi um movimento fantástico, que rendeu muita coisa boa. Foi trabalho daquela galera ali. Todo mundo contribuiu de algum jeito: como músico, escrevendo letras, traduzindo letras, respondendo cartas, escrevendo releases, desenhando capas de disco, cartazes e ilustrações diversas, indo aos ensaios, carregando, montando e desmontando o que quer que fosse, emprestando uma garagem ou um quartinho pra ensaio, apoiando, criticando...
Fizemos tudo isso por amor. Nenhuma grana saiu disso, na maior parte das vezes. Éramos remunerados só com amizade. E, apesar de todo tipo de rivalidade que rolou na época, ainda dá pra sentir um espírito de união ali, uma coisa que a molecada que toca o barco do metal hoje não vai encontrar nunca. Na selvageria dos direitos autorais da nossa época, não há mais espaço pra esse tipo de coisa...
Sem nostalgia. É pura constatação.

Slayer em BH

Bom, ir onde quer que seja pra dizer que o show foi muito bom é, no mínimo, chover no molhado. É lógico que depois de quase vinte anos ouvindo Araya, King, Hanneman e Lombardo a gente fica meio suspeito pra comentar o primeiro encontro ao vivo e em cores. Começou meio esquisito, embolado e com o som meio baixo, mas lá pela terceira música nosso fiel Stanley já tinha resolvido o problema. E foi isso tudo que a gente esperava. Ou quase. Não esperava que o Tom Araya fosse tão gentil, humilde e educado. Cara bacana, bem diferente do que imaginava.Valeu. Lavamos a alma. Valeu dirigir os mais de 1500 km (ida e volta). O pescoço tá meio travado até hoje, e ainda dói fazer certos movimentos. Mas é o preço.

quinta-feira, setembro 07, 2006

A muié dend'água


É certo que eu sou um cara do tipo manteiga-derretida-que-chora-até-em-propaganda-de-gelol, mas achei o filme emocionante. Pra não dizer muito, tem um time bacana de personagens esquisitos, mas possíveis, num estória bem legal. Um conto de fadas, como prometia o subtítulo, desses que faz a gente pensar um pouco, mas nada muito profundo. Uma estória do tipo que a gente precisa ver de vez em quando, pra ver que o mundo não é só desgraça, mas que também não é só a gente!