O formato do corpo não me agrada, o peso sacrifica, mas acho que é o preço pelo timbre.
Tags: baixo
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O cérebro é uma coisa maravilhosa... todos deveriam ter um!
O formato do corpo não me agrada, o peso sacrifica, mas acho que é o preço pelo timbre.
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Mp3. Refere-se a um formato de arquivo de áudio, passível de execução nos vários Mp3 players.
Mp4. Formato de arquivo container de vídeo, semelhante ao AVI. Aí começa a complicação.
Os chamados Mp4 players nem sempre conseguem reproduzir arquivos no formato Mp4.
Aí vem os Mp5. Segundo a Wikipedia, Mp5 é um tipo de metralhadora.
No Brasil e no Paraguai, Mp5 é um tipo de reprodutor de mídia digital. O mesmo para os Mp6, Mp7, Mp8 e Mp9, que misturam ainda telefone, televisão...
Brasileiros e Paraguaios juntos, no passado, fizeram coisas como Itaipu. Hoje só conseguem bagunçar as siglas no mercado de tecnologia.
Depois de oito anos de amizade incondicional, meu Fender Jazz Bass foi-se. A estas horas deve estar alegrando o pessoal de um estúdio em Campos do Jordão. Vivi com ele muitos momentos fantásticos, inclusive a gravação do Deadland.
O fim deste longo relacionamento começou com um anúncio no ML de um Baixo Warwick Thumb NT, topo de linha da Warwick, por um preço muito interessante. Descobri que o dono do baixo era amigo de um amigo, e acabei comprando o dito por um terço do preço de mercado. O baixo, novo, veio com o nut quebrado (problema comum nos Warwick que tem nut de plástico) e ficou esquecido no galpão do antigo distribuidor da Warwick no Brasil desde 2000. Baixo novo, com oito anos de idade.
Mudar de Fender para Warwick é como mudar de um Corvette para um Porsche. Nem melhor, nem pior, mas completamente diferente.
Coloquei umas cordas LaBella Black Nylon nele. Tocando com palheta, tiro um som inacreditável do bicho. E tome regravar tudo.
Depois de tantos comentários sobre o sucesso da série, exibida diretamente na Internet em episódios de 20 minutos, estava ansioso pela estréia na TV. Grande decepção.
Personagens rasos e chatos. Atores que me lembram os protagonistas de comerciais aqui do DF. Cenários em CG que não conseguem sequer a ilusão de profundidade. Diálogos que parecem saídos de videogames antigos. Cenas de ação que não são nem mesmo ridículas, uma vez que nem risos conseguem provocar...
Por quê mesmo essa coisa fez tanto sucesso?
Alan Moore escreveu quatro das minhas cinco estórias em quadrinhos favoritas. Watchmen foi uma virada na minha vida; depois de ler aquilo, não é possível ler estórias de super-herói com os mesmos olhos (ainda bem que hoje eu posso, aos 41 anos, gostar de quadrinhos, declarar isso abertamente, e falar sobre a influência que esse ou aquele quadrinho tiveram na minha vida sem ser considerado infantil). Por isso, respeito profundamente Alan Moore como autor.
Aí vem o conflito. Alan Moore rompeu radicalmente com a indústria do cinema depois da blasfema adaptação da "Liga Extraordinária". "V de vingança" não teve sequer seu nome nos créditos (a "Liga..." teve?). Sobre "Watchmen" ele evita até comentários. E aí? Respeito a opinião do autor ou me junto à legião de babões gorgolejando pelo filme.
Li algumas opiniões de deslumbrados que assistiram 30 minutos do filme. Alguém me ajude...
Já vem prejudicado por ter como protagonistas Leonardo DiCaprio e Kate Winslet: a corrente Anti-Titanic já vai sair malhando antes de ver o filme.
O trailer me fez lembrar muito de "The way we never were", de Stephanie Coontz, que desbanca o sentimento nostálgico com relação aos "anos dourados".
Pelas mãos de Sam Mendes, "Revolutionary Road" promete ser um filmaço.
"The curious case of Benjamin Button". Sabe-se lá como vai ser o título em português. Um conto sensacional de F. Scott Fitzgerald. O trailer é de encher os olhos: David Fincher mostrando o que sabe fazer. Brad Pitt é um bom ator, não é? Ainda tem Cate Blanchett e Tilda Swinton.
Tá na cara que não traz o conto palavra-por-palavra para a tela, mas promete ser um filme do carvalho, desses pra gente lembrar pelo resto da vida. Senão, já é um dos melhores trailers que vi.
Às vezes a gente vai pro cinema arrependido, sentido que vai desperdiçar duas horas, alguma grana e boa pipoca. Sem nenhuma expectativa positiva, acabei me divertindo pra chuchu com "Procurado". Pouca coisa restou da estória original do Mark Millar, mas o filme é bem legal, bem feitinho e divertido. Muita gente vai reclamar dos exageros exageradamente exagerados. A esses eu recomendo documentários.
Idéias copiadas de "Inimigo do Estado" e "2001". Mal dirigido. O editor sofreu uma crise de Mal de Parkinson. Pena ver gente do calibre de Billy Bob Thornton e Rosario Dawson em um filme tão fraquinho. Ah, a producão é do Spielberg (só pode ter sido vítima de chantagem para se envolver nisso).
Nem sei o nome do filme em português. Nem quero saber. Com Burt Reynolds. Difícil de acreditar que alguém gastou dinheiro numa coisa dessas. Não consegui assistir mais que dez minutos. Fuja correndo e gritando!