Tenho lido sobre o Tal "Cansei", movimento de protesto criado pela aristocracia Brasileira afim de demonstrar seu descontentamento com o "caos aéreo" e outros percalços que aparecem no caminho de nossa sociedade. O movimento parece vazio, sem objetivo que não oposição política, ou seja, ser do contra sem propor alternativas.
Como a coisa vem dos graúdos brasileiros, e terá, certamente, muita grana por trás, deixo aqui um apelo para os (poucos) leitores: antes de colar adesivos e usar as camisetas com o tal "cansei", pense no que de fato piorou na SUA vida com este novo governo; em que VOCÊ se sente prejudicado. Não se deixe enganar por um simples refrão fácil.
Vamos nos indignar sim com o fato de que só 5% da população brasileira tem renda acima de R$ 800, com as agências reguladoras que defendem aqueles que deveriam fiscalizar... vamos criticar sim, mas propondo soluções alternativas, tentando ver o que NÓS podemos fazer que levará a uma situação melhor.
domingo, julho 29, 2007
Basquete!
Ouro merecido! Ainda bem. Se perdem, iam colocar a culpa no Lula. Ainda que fosse outro Lula...
segunda-feira, julho 23, 2007
Isso é incompetência
Na situação atual, com todo mundo procurando um culpado para o acidente do avião da TAM, condecorar dirigentes da ANAC é nítido sinal de incompetência!
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u313751.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u313751.shtml
Desastre: Quem é o culpado?
Algumas considerações sobre o que vem sendo divulgado sobre o acidente:
- Especialistas aos borbotões aparecem dizendo que o tal reverso não é necessário para aterrissar o Airbus. Pergunta: pista muito curta, molhada, à noite, aeronave próxima da carga máxima: não parece a alguém que estas condições estão um pouco diferentes do que pode se chamar de normal?
- Vários pilotos apareceram dizendo que tiveram problemas pousando em Congonhas, após a reforma. É mesmo? E registraram a dificuldade onde? Por quê não foram fazer a denúncia ANTES do acidente. Não parece irresponsabilidade? Se omitiram o problema, são cúmplices do crime. Se registraram junto à TAM, e a empresa abafou...
- Especialistas aos borbotões aparecem dizendo que o tal reverso não é necessário para aterrissar o Airbus. Pergunta: pista muito curta, molhada, à noite, aeronave próxima da carga máxima: não parece a alguém que estas condições estão um pouco diferentes do que pode se chamar de normal?
- Vários pilotos apareceram dizendo que tiveram problemas pousando em Congonhas, após a reforma. É mesmo? E registraram a dificuldade onde? Por quê não foram fazer a denúncia ANTES do acidente. Não parece irresponsabilidade? Se omitiram o problema, são cúmplices do crime. Se registraram junto à TAM, e a empresa abafou...
Technorati Tags: calamidade, CGH, Congonhas, desastre aéreo, TAM
sábado, julho 21, 2007
Ainda o Galvão
O falastrão ultimamente mais torce pelo erro dos adversários dos brasileiros, do que valoriza nossos esportistas. É uma das coisas que tem me feito torcer contra o Felipe Massa. Tem alguém aí que gosta do Galvão?
CALABOCA Galvão
Galvão, o oráculo de Delfos já vinha prevendo o erro de Lewis Hamilton, que resultaria em um acidente sério. Pois é. Depois o erro não foi erro: a suspensão quebrou. E aí, o oráculo tem que desdizer o que disse. Se ficasse calado, não tinha esse trabalho.
quinta-feira, julho 05, 2007
Miracles
Tem coisas que a gente não entende. Miracles foi um seriado da ABC, de 2003, cancelado depois de 6 episódios, apesar de terem sido produzidos 13. Por outro tipo de milagre, tive acesso ao tal, e já assisti aos dois primeiros episódios. Com a quantidade de porcaria que vemos na TV todo dia, como é que cancelam algo assim, literalmente jogando dinheiro fora (afinal, 7 episódios nem foram ao ar!)?
Um investigador a serviço da Arquidiocese de Boston, analisa supostos milagres. Depois de anos na profissão, sente que está muito mais colocando abaixo a fé das pessoas do que qualquer outra coisa. A decepção dos envolvidos quando ele surge com uma explicação, muitas vezes banal, para o ocorrido o está afetando seriamente.
Em um período afastado do trabalho ele tem contado com um fenômeno que pode ser um verdadeiro milagre, mas, quando retorna à Arquidiocese com um relatório, é praticamente ignorado. A partir daí, desiste do emprego, e acaba por se envolver com um grupo independente que trabalho no mesmo ramo.
Talvez a carga dramática do seriado fosse demais para o público de TV convencional (o sofrimento a que os envolvidos são submetido é muito grande; no final do segundo episódio a família inteira fungava); talvez o tema que envolve crenças diversas fosse arriscado demais para a TV. Espero que a qualidade continue pelos episódios restantes.
Um investigador a serviço da Arquidiocese de Boston, analisa supostos milagres. Depois de anos na profissão, sente que está muito mais colocando abaixo a fé das pessoas do que qualquer outra coisa. A decepção dos envolvidos quando ele surge com uma explicação, muitas vezes banal, para o ocorrido o está afetando seriamente.
Em um período afastado do trabalho ele tem contado com um fenômeno que pode ser um verdadeiro milagre, mas, quando retorna à Arquidiocese com um relatório, é praticamente ignorado. A partir daí, desiste do emprego, e acaba por se envolver com um grupo independente que trabalho no mesmo ramo.
Talvez a carga dramática do seriado fosse demais para o público de TV convencional (o sofrimento a que os envolvidos são submetido é muito grande; no final do segundo episódio a família inteira fungava); talvez o tema que envolve crenças diversas fosse arriscado demais para a TV. Espero que a qualidade continue pelos episódios restantes.
Don't let me be misunderstood
Nem me lembro por quê a música virou assunto lá em casa. Acho incrível como ela ocupa um espaço na cultura pop há tanto tempo. A versão do Santa Esmeralda, lá da minha infância, tá sempre aparecendo por aí (a mais recente reaparição foi na trilha do Kill Bill).
Do alto de minha ampla e infindável sabedoria, expliquei à família que aquela música era dos Animals, grande sucesso pelos longínquos '60, o que espantou a família.
Depois, resolvi pesquisar, e descobri que não era nada disso. A música foi originalmente composta paraNina Simone, e gravada por ela em '64. De lá pra cá, dezenas de versões. Diz a Wikipedia que a mais popular é a dos Animals, mas, cá pra nós, a do Santa Esmeralda é sempre a primeira que me vem à cabeça.
Do alto de minha ampla e infindável sabedoria, expliquei à família que aquela música era dos Animals, grande sucesso pelos longínquos '60, o que espantou a família.
Depois, resolvi pesquisar, e descobri que não era nada disso. A música foi originalmente composta paraNina Simone, e gravada por ela em '64. De lá pra cá, dezenas de versões. Diz a Wikipedia que a mais popular é a dos Animals, mas, cá pra nós, a do Santa Esmeralda é sempre a primeira que me vem à cabeça.
terça-feira, junho 12, 2007
Experimentação
Pão integral, geléia de cupuaçu e manga, queijo gorgonzola. Ainda estou vivo depois do referido sanduíche. E gostei.
terça-feira, maio 29, 2007
esperando GRINDHOUSE
Grindhouse vai chegar ao Brasil completamente fora da proposta original. O clima de seção dupla de cinema barato, repleto de violência e sangue à vontade cai por terra com os filmes sendo exibidos em separado. Fazer o quê?
De qualquer forma, pra ir entrando no clima, resolvi assistir Perdita Durango.
Produção Mexico/Espanhola, conta a estória de Perdita Durango (Rosie Perez), uma maluca desarvorada que, retornando ao México, sabe-se lá vinda de onde, traz as cinzas da irmã, trailer-trash assassinada pelo marido, sai num carro roubado pelo mundo. Na fronteira com os EUA conhece Romeo Dolorosa (Javier Barden), um feiticeiro que, entre outras coisas, rouba cadáveres para seus rituais macabros. Juntos, arrumam um bico, transportando um carregamento de fetos humanos para uma empresa de cosméticos em Las Vegas.
CRUZCREDO!
Violência aos borbotões, mutilações, estupros, assassinatos a perder a conta...
Engraçado é ver gente do talento de Javier Barden, Rosie Perez e James Gandolfini num filme deste naipe. Diversão garantida, com um propósito!
De qualquer forma, pra ir entrando no clima, resolvi assistir Perdita Durango.
Produção Mexico/Espanhola, conta a estória de Perdita Durango (Rosie Perez), uma maluca desarvorada que, retornando ao México, sabe-se lá vinda de onde, traz as cinzas da irmã, trailer-trash assassinada pelo marido, sai num carro roubado pelo mundo. Na fronteira com os EUA conhece Romeo Dolorosa (Javier Barden), um feiticeiro que, entre outras coisas, rouba cadáveres para seus rituais macabros. Juntos, arrumam um bico, transportando um carregamento de fetos humanos para uma empresa de cosméticos em Las Vegas.
CRUZCREDO!
Violência aos borbotões, mutilações, estupros, assassinatos a perder a conta...
Engraçado é ver gente do talento de Javier Barden, Rosie Perez e James Gandolfini num filme deste naipe. Diversão garantida, com um propósito!
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