Contrariando minha própria decisão de alguns meses atrás, voltei ao Cinemark hoje pra assistir um filme. Que mancada!
Como é de praxe, dezenas de pessoas passaram o filme todo falando ao celular, e outras dezenas conversando como se estivessem na praça de alimentação do shopping. Perguntei a um dos que insistiam no telefone se não havia ouvido o pedido, no início do filme, para desligar o celular, e ouvi como resposta "se está incomodado, vai embora". Fui, mas voltei com um funcionário do cinema, que não fez absolutamente nada. Quando saiu, o tal cara saca o celular e continua fazendo ligação atrás de ligação. Aumentei meu poder de concentração, e deixei pra lá.
Bom, o que faz uma pessoa pagar 15 reais pra ficar dentro de uma sala de cinema falando ao celular? Seria só pra incomodar quem quer ver o filme?
Cada dia mais acho que o mundo acabou mesmo naquele 26 de outubro...
quarta-feira, janeiro 10, 2007
terça-feira, janeiro 09, 2007
Telecom
Hoje entrei em contato com a Brasil Telecom para solicitar um serviço. Fui informado que o mesmo deveria ser solicitado pessoalmente em uma loja da empresa. Me informaram o endereço das três lojas (em uma cidade com 2 milhões de habitantes, três lojas são mais que suficientes, não é mesmo?), e escolhi a mais próxima da minha casa.
Chegando na loja, me informaram que já não faziam esse tipo de atendimento há três meses, que eu poderia solicitar o serviço em uma outra loja. O local onde fica a outra loja é de acesso mais difícil, tem sérios problemas de estacionamento nas proximidades...
Ainda dentro da loja, liguei para o atendimento da BrT e pedi que confirmassem onde poderia ser atendido, e o atendente me passou o endereço da loja em que eu estava. Ao informar que estava na loja, e que a mesma não fazia aquele tipo de atendimento a três meses, o atendente disse que eu deveria procurar outra loja. Foi aí que me alterei: o rapaz primeiro confirma que devo ir à loja que não me atendeu, depois diz que o atendimento só pode ser feito em outro lugar. E eu ainda pelo por essa porcaria de serviço.
Lembro que a TELEMIG era uma empresa que só usava tecnologia de ponta, tinha postos de atendimento espalhados por todo canto da cidade; a privatização foi realmente muito boa para o povo brasileiro.
Chegando na loja, me informaram que já não faziam esse tipo de atendimento há três meses, que eu poderia solicitar o serviço em uma outra loja. O local onde fica a outra loja é de acesso mais difícil, tem sérios problemas de estacionamento nas proximidades...
Ainda dentro da loja, liguei para o atendimento da BrT e pedi que confirmassem onde poderia ser atendido, e o atendente me passou o endereço da loja em que eu estava. Ao informar que estava na loja, e que a mesma não fazia aquele tipo de atendimento a três meses, o atendente disse que eu deveria procurar outra loja. Foi aí que me alterei: o rapaz primeiro confirma que devo ir à loja que não me atendeu, depois diz que o atendimento só pode ser feito em outro lugar. E eu ainda pelo por essa porcaria de serviço.
Lembro que a TELEMIG era uma empresa que só usava tecnologia de ponta, tinha postos de atendimento espalhados por todo canto da cidade; a privatização foi realmente muito boa para o povo brasileiro.
É muito difícil
volto de férias, cheio de idéias, fico o final de semana sem acesso à internet, e sem suporte do meu provedor (como sempre). Quando o acesso volta, é tão lento que não consigo baixar meu email, muito menos postar o que quer que seja. Mas a paciência é uma virtude!
segunda-feira, dezembro 25, 2006
O mar não está para cão.
Pix foi à praia. Achou ótimo. Correu como uma maluca pela areia. Deslumbrou-se com o kite-surf. Descobriu o sabor das algas, da areia e de outras coisas não identificadas. Ficou ali maravilhada até descobrir que o mar era líquido. A reação do primeiro contato não se descreve em palavras, mas envolveu saltos e piruetas inexeqüíveis. Ainda resultou num técnica bem particular de correr para trás. Pena que não tinha filmadora pra registrar.
O novo Bond, de novo
Não gostei quando escolheram Daniel Craig pra substituir Pierce Brosnan. Curto James Bond desde antes de eu ser gente, e, pra mim, Brosnan tava pau a pau com sir Sean Connery. Mas, aparentemente, minha opinião não foi levada em conta na escolha.
Fomos ver o filme no dia da estréia, e não é que é bem supimpa. O personagem ficou muito diferente, não sei se por limitação do Daniel Craig, ou porque resolveram mudar mesmo, mas o filme é muito bem feito, e me segurou fácil até o fim. Até a Alê, que nunca gostou de 007, saiu falando bem.
Em tempo, a perseguição na construção, com parcour e tudo, é das seqüências de ação mais empolgantes que eu já vi!
Fomos ver o filme no dia da estréia, e não é que é bem supimpa. O personagem ficou muito diferente, não sei se por limitação do Daniel Craig, ou porque resolveram mudar mesmo, mas o filme é muito bem feito, e me segurou fácil até o fim. Até a Alê, que nunca gostou de 007, saiu falando bem.
Em tempo, a perseguição na construção, com parcour e tudo, é das seqüências de ação mais empolgantes que eu já vi!
Filhos da esperança
Filhos da esperança. Não é um título que normalmente me levaria ao cinema, mas Alfonso Cuarón me fez gostar de Harry Potter.
Tá lá na tela um mundo podre, cheio de preconceitos e segregação social, terrorismo e intolerância, desigualdades mil... o fato de a humanidade estar impossibilitada de se reproduzir é um mero detalhe. O cenário é muito real e próximo do que estamos vivendo, e, possivelmente, nosso destino futuro, caso não comecemos a pensar diferente logo logo. Coisa de gente doida! (ou seja, nós mesmos). O único sinal de esperança é que as legítimas Havaianas, que não deformam, não soltam as tiras, e não têm cheiro, ainda estarão por aí após o fim do mundo.
Detalhe. Há pouco tempo, em Entrando numa fria maior ainda, vi minha sogra bem retratada na personagem de Barbra Streisand (se parecem até fisicamente). Em Filhos da esperança foi a vez do meu sogro, no personagem de Michael Caine. É a arte imitando a minha vida.
Tá lá na tela um mundo podre, cheio de preconceitos e segregação social, terrorismo e intolerância, desigualdades mil... o fato de a humanidade estar impossibilitada de se reproduzir é um mero detalhe. O cenário é muito real e próximo do que estamos vivendo, e, possivelmente, nosso destino futuro, caso não comecemos a pensar diferente logo logo. Coisa de gente doida! (ou seja, nós mesmos). O único sinal de esperança é que as legítimas Havaianas, que não deformam, não soltam as tiras, e não têm cheiro, ainda estarão por aí após o fim do mundo.
Detalhe. Há pouco tempo, em Entrando numa fria maior ainda, vi minha sogra bem retratada na personagem de Barbra Streisand (se parecem até fisicamente). Em Filhos da esperança foi a vez do meu sogro, no personagem de Michael Caine. É a arte imitando a minha vida.
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Aardman não é mais aquela?
Antes de mais nada sou fanzaço da Aardman desde sempre. Vi Wallace & Grommit pela primeira vez numa entrega do Oscar e pirei: como é que aqueles caras conseguiam fazer aquilo tudo com bonecos e massinha? É, no mínimo, impressionante. "Fuga das Galinhas", além de tudo que já tinha visto nos curtas do W&G, era uma refilmagem disfarçada de "Fugindo do Inferno", um filmaço daqueles que a gente nunca esquece. A glória definitiva vem com "A maldição do coelhosomem" (que conseguiram colocar o título oficial de "A batalha dos vegetais"; alguém viu alguma batalha no filme?). W&G na telona, em um longa que não perdeu o pique, como geralmente acontece quando transformam animações de formato curto em longa-metragem.

E aí, "Por água abaixo". Pra começar, o stop-motion foi substituído por CGI, metade do charme foi embora (seria trauma resultante do incêndio no galpão da Aardman que queimou todos os bonecos que eles já tinham feito?). A estória é legal, mas longe de todos os supra-citados. O humor ficou muito no pastelão: muitos tombos e cabeçadas e coisas do gênero. A diversão mesmo fica por conta das incontáveis referências aos outros da Aardman, e a ícones culturais diversos. De nada adiantam a dublagem por Hugh Jackman e Kate Winslet, se as vozes originais não chegam até nós!
Em resumo, legal, mas podia ser melhor.
Reparei que o nome do Nick Park não aparece nos créditos, só o do Peter Lord. Quem sabe ainda há esperança quando Park aparecer de novo
E aí, "Por água abaixo". Pra começar, o stop-motion foi substituído por CGI, metade do charme foi embora (seria trauma resultante do incêndio no galpão da Aardman que queimou todos os bonecos que eles já tinham feito?). A estória é legal, mas longe de todos os supra-citados. O humor ficou muito no pastelão: muitos tombos e cabeçadas e coisas do gênero. A diversão mesmo fica por conta das incontáveis referências aos outros da Aardman, e a ícones culturais diversos. De nada adiantam a dublagem por Hugh Jackman e Kate Winslet, se as vozes originais não chegam até nós!
Em resumo, legal, mas podia ser melhor.
Reparei que o nome do Nick Park não aparece nos créditos, só o do Peter Lord. Quem sabe ainda há esperança quando Park aparecer de novo
quinta-feira, dezembro 07, 2006
O hospício e o circo
É uma piadinha que sempre faço sobre minha turma: se cercarem nosso prédio, vira horpício, se jogarem uma lona por cima, vira circo.
A parte da loucura, está sempre clara. Nós, que trabalhamos com tecnologia da informação, somos loucos por esse negócio, não vivemos sem isso. Não tem cura.
A parte do circo, deixa dúvidas. Alguns, chegam a perguntar se estou chamando alguém de palhaço. Longe disso. Bom, pelo menos, longe da conotação pejorativa da palavra palhaço.
As dificuldades que enfrentamos em nossa profissão nos leva a desenvolver múltiplas habilidades circenses. Somos equilibristas, correndo sobre a corda bamba do ambiente. Somos malabaristas, mantendo centenas de pratos suspensos naquelas varetas compridas e fininhas. Domamos feras cada vez mais ferozes e vorazes. Saltamos do trapézio no vazio, sabendo que não há rede lá em baixo, e esperando que o colega trapezista nos segure do outro lado. Fazemos todo tipo de acrobacia, contornando todo tipo de obstáculo. Dependemos de muita mágica para fazer acontecer o que esperam de nós. E sim, algumas vezes pensamos em colocar o nariz vermelho.
Tudo isso me parece inevitável. Mas é tudo isso que nos faz o que somos.
A parte da loucura, está sempre clara. Nós, que trabalhamos com tecnologia da informação, somos loucos por esse negócio, não vivemos sem isso. Não tem cura.
A parte do circo, deixa dúvidas. Alguns, chegam a perguntar se estou chamando alguém de palhaço. Longe disso. Bom, pelo menos, longe da conotação pejorativa da palavra palhaço.
As dificuldades que enfrentamos em nossa profissão nos leva a desenvolver múltiplas habilidades circenses. Somos equilibristas, correndo sobre a corda bamba do ambiente. Somos malabaristas, mantendo centenas de pratos suspensos naquelas varetas compridas e fininhas. Domamos feras cada vez mais ferozes e vorazes. Saltamos do trapézio no vazio, sabendo que não há rede lá em baixo, e esperando que o colega trapezista nos segure do outro lado. Fazemos todo tipo de acrobacia, contornando todo tipo de obstáculo. Dependemos de muita mágica para fazer acontecer o que esperam de nós. E sim, algumas vezes pensamos em colocar o nariz vermelho.
Tudo isso me parece inevitável. Mas é tudo isso que nos faz o que somos.
depois do muquifo
nem comentei aqui do muquifo em que me hospedaram na segunda-feira. Agora já passou. O hotel agora é muito mais bacana. Sacanagem é a gente ficar enfurnado em uma sala no subsolo, com aquele marzãozulão lá fora. Ainda querem me arrastar pra uma show da Beth Carvalho na quadra da Mangueira. Bom, não vou nem ver The Cult. Beth Carvalho não tem chance. Vou, provavelmente, passar a noite acertando minha apresentação para amanhã cedo.
domingo, dezembro 03, 2006
Como vivi sem isso até hoje?
As inúmeras utilidades de um lança-mísseis USB o tornam uma ferramenta indispensável para o profissional moderno. Sua supremacia no ambiente do escritório jamais será questionada. É o acessório que diz quem manda!
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