Durante os últimos três anos fui defensor ferrenho dos automóveis Renault, e, certamente, muitos amigos já ficaram de saco cheio com os meus elogios ao Scénic. Pois é, o Besouro Verde, meu Scénic do coração, já não mais faz parte da família. Seu lugar foi ocupado por um Picasso prateado (que pode, nos próximos dias, ser definitivamente batizado de Bala de Prata se não surgir nome melhor). Resolvi deixar a Renault por dois motivos: o excelente negócio que me ofereceram na Citroën em troca pelo Picasso, e a decepção geral com o atendimento da Renault, que me fez retornar à oficina com o carro após a conclusão do serviço nas últimas quatro vezes que precisei deles, e simplesmente me ignorou quando apareci lá pra tentar trocar o Scénic por um mais novo. Continuo defensor dos automóveis Renault, mas o atendimento deles, que já foi considerado o melhor no Brasil, vai de mal a pior. Quanto ao Picasso, até agora parece bom, exceto pelas piadinhas que fico ouvindo o dia todo.